Te dei a minha mão, querendo ajudar
E, para te abrigar, abri meu coração.
Fiz luz do meu olhar, na tua escuridão
E para o teu cansaço e o teu
alento
Te ofereci meus braços por sustento
Assim, aconteceu, mutuamente,
o engano:
Enquanto eu vi em ti um ser humano,
Tu viste em mim apenas uma
escora
Algo sem vida...
Já reerguida, foste embora...
Mas, de
repente, a história se repete,
E voltas, invertendo-se os papéis:
Mesmo
sabendo que és apenas marionete
Deixei-me conduzir por teus cordéis...
Joel Ribeiro do Prado
21/12/10
17:49h
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