Mulher-de-fato é uma graça
Que
já rareia na Terra,
Com as que há, pois, se faça
Um regimento de guerra.
Combatam-se as feministas,
Mandem-nas para o diacho!
Elas, com
suas “conquistas”,
Ganharam jeito é de macho...
A mulher é
mansuetude,
Pra equilibrar a balança:
Num prato o homem, que é rude.;
Noutro, a mulher e a criança.
É, pois, com grande prazer
Que
louvamos neste ato
A nobreza da mulher
Que se fez mulher-de-fato.
Da mulher sem fingimento,
Destaque de qualquer rol,
Só penteada
pelo vento,
Só pintada pelo sol
Mulher de modo fagueiro,
Já na
essência, majestosa,
Que dispensa água-de-cheiro
Por ter aroma de
rosa...
Se à flor ser flor já basta,
Pra que encante toda a gente,
À mulher de boa casta
Basta ser mulher, somente.
Andou bem certo
o Adão
Doando a sua costela,
Que ensejou à Criação
Enriquecer-se com
ela,
E segue assim desde então:
Da mulher é a realeza
O homem? É
só um “adão”
Curvado à sua nobreza..
Joel Ribeiro do Prado
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