SELF-SERVICES DA FÉ E DOS PERDÕES
Estilo grandiloqüente e piegas, próprio dos inconsistentes, O daqueles
que, por ingenuidade ou por portarem alguma psicopatia, operam em fortes redes
internacionais que disseminam ilusórias soluções com a irresponsabilidade dos
que traficam entorpecentes e alucinógenos.
Os de “preocupações”
religiosas divorciadas de obrigações concretas para com o aprimoramento real do
ser, retardam-se na vida e costumam se esconder dos seus resultados afundando-se
mais e mais nas suas obsessões alienantes. Acham-se, no entanto, recompensados
pelas insígnias que recebem em seu meio, como afirmação do seu alto grau
espiritual. Quem com eles repartir o seu pão verá a recompensa da gratidão e do
respeito ser desviada para qualquer deus saído dessa forja dos falsos apoios e
da nenhuma realização pessoal. Os deuses de tais altares cobram muito caro por
aquele estímulo que mesmo uma aragem dá-nos de graça, depois de haverem fixado
na mente dominada a idéia irremovível de que são donos até dos mananciais
energéticos da natureza.
Os que se alimentam nesses self-services da fé
e dos perdões sentem-se realizadores, íntegros e limpos, independentemente das
ações que pratiquem, já que em tudo podem aplicar um tal rótulo da permissão
divina. Comandados através de cordões psicológicos, são marionetes dos teatros
controlados pelos empresários das religiões – todas elas com grifes registradas
e ostentando riqueza material. Ali se deformam e ali se refugiam até que devam
passar o seu espaço para gente mais jovem.
Evite os self-services da fé
e dos perdões. Neles, o seu espírito ficará gordo e ilusòriamente satisfeito,
mas, como qualquer sedentário, não estará preparado para os rigores da
verdadeira Grande Ascensão, que esta se faz com muito suor e privilegiando a
família; se houver sobras, os outros.
O céu fica muito longe e muito
alto...
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